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São Paulo: Mercado Imobiliário Atinge Novos Recordes e Impulsiona Confiança

  • Foto do escritor: Cartaxo Imóveis
    Cartaxo Imóveis
  • 15 de nov. de 2024
  • 2 min de leitura

A Selic está subindo, os juros de longo prazo estão nas alturas e o mercado se preocupa com o quadro fiscal. 

Apesar disso tudo, as vendas de imóveis na cidade de São Paulo seguem batendo recorde – especialmente no segmento destinado à classe média. 

O mercado imobiliário de São Paulo está em movimento, com algumas tendências e resultados positivos: 


  • O Valor Global de Vendas (VGV) totalizou R$ 4,9 bilhões no nono mês do ano e R$ 50,7 bilhões no acumulado de 12 meses, deflacionado pelo INCC-DI. 

  • Entre novembro de 2023 e janeiro de 2024, o volume vendido aumentou 81,1%, e o valor cresceu 84,7%. 

  • Os níveis de estoque caíram de cerca de 19 meses para aproximadamente 11 meses. 

  • A velocidade de vendas está melhor do que o esperado, em cerca de 50%. 

  • A capital paulista ocupa a última posição do UBS Global Real Estate Bubble Index 2024, índice que mede risco de bolhas de imóveis.


 Mas como explicar isso? Uma importante parte da resposta está na demografia: em especial devido ao crescimento populacional da chamada golden age – os adultos entre 35 e 40 anos, pois é nessa idade que a renda da pessoa atinge um nível mais alto e apresenta uma taxa de crescimento mais gradual a partir daí e é quando as pessoas se casam e, consequentemente, procuram uma residência,” escreveram analistas de mercado. 

Esse é um fator importante para a renda média do paulistano ter crescido de R$ 3,2 mil em 2012 para R$ 3,6 mil atualmente – a despeito das duas graves crises econômicas durante o período. 

O baixo nível de desemprego também ajuda. Hoje, o IBGE divulgou que a taxa de desemprego no trimestre encerrado em setembro recuou para 6,4%, o menor nível de toda a série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012. 

Para completar, ao contrário do imaginado por parte dos especialistas no últimos anos, os bancos (ainda) não fecharam a torneira do crédito. 

Para o Itaú BBA, é improvável que os ventos favoráveis ao setor mudem no curto prazo. Segundo os analistas, o crescimento da golden age deve continuar, assim como a renda média deve aumentar e o desemprego deve demorar a se deteriorar antes de atingir um nível preocupante. 



O banco também não vê sinais significativos de desaceleração – já que todos os números melhoraram mesmo com um grande número de lançamentos e aumento dos preços.



Algumas tendências para o mercado imobiliário em 2024 são:

  • Flexibilidade e adaptação, com os consumidores buscando residências que possam se adaptar a diferentes necessidades e estilos de vida. 

  • A transformação do mercado imobiliário de São Paulo, refletindo as mudanças no comportamento do consumidor e as necessidades da população.

 
 
 

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